quinta-feira, 31 de março de 2011

A primeira fotografia ---- Maria Gertrudes





Alegria na casa de meus pais!
A primeira menina da família entre três irmãos, dois mais velhos e um mais novo.
Na família materna era a primeira rapariga!

terça-feira, 22 de março de 2011

Dois dedos de conversa

Ao criar  este blogue, não foi nem é minha pretensão, fazer dele um lugar de debate ou divulgação de acontecimentos, sociais , políticos ou outros.
Gosto de escrever, sempre gostei, e por força das circunstancias, muitas vezes encontrei necessidade de o fazer, para , desabafar...!
A minha infância,não foi nada fácil, mas eu tentava se feliz, como? Ironicamente...!
Em relação a outras crianças  até tive mais que qualquer, nada faltava em casa (Os meus tinham comércio ), havia dinheiro e para a época até era muito afortunada....! Desde os brinquedos à roupa e até à ternura que recebia de todos.  Apesar de ter três irmãos e  primos, fui filha e sobrinha única, durante alguns anos.A primeira rapariga na família, e isso dava-me uma certa margem para me sentir amada e até muito mimada.
No entanto, os meus pais não se entendiam muito bem...!? Isso afectou-me , como ainda hoje afecta qualquer criança. Fui crescendo e procurei sempre, com toda a minha ingenuidade, não esconder o que era de todos conhecido , mas combater o mau ambiente que era gerado pelo mau estar de situações, por vezes muito embaraçosas. Então nesses momentos, saltava a minha "defesa " ( a palhaçada) tentar que todos se rissem , logo inventava algo, que desviasse as atenções e algumas vezes o pretendido era alcançado.
Continua ...

(Não vou aqui fazer  a minha autobiografia, mas ao criar este espaço, começando por ser mais uma experiência,nesta aventura informática, renasceu em mim a necessidade de transpor  para aqui, não só a minha vivência, mas outras que vivi  não na primeira pessoa, mas  de gentes que sofreu e venceu com  coragem e determinação, podendo assim servir  não de exemplo, mas de força e coragem!)

Começa então assim os dois dedos de conversa...!



(Não vou fazer daqui o meu diário




..

segunda-feira, 14 de março de 2011

Viver a vida

    Fevereiro de 2011
Costa da Caprarica
                     Não Há céus sem tempestades, nem caminhos sem acidentes.

                     Não tenha medo da vida, tenha medo de a não viver intensamente
                                                                                            
                                                                                  (Augusto Cury)



quarta-feira, 9 de março de 2011

Rosinha dos Limões

PALAVRAS


Só palavras que me vem em torvelinho à mente.
Palavras e mais palavras, umas que digo
Outras que nem ouso soletrar
Palavras que murmuro em vão
São palavras soltas como o vento
Palavras que nunca serão ouvidas
Até mesmo que sejam gritadas , cantadas
ou gemidas...
Apenas serão as" Palavras do meu Pensamento"


                                             Bitudes          2-5-75
                                                         
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terça-feira, 8 de março de 2011

Desejos Vãos - Florbela Espanca


Eu queria ser o Mar de altivo porte
Que ri e canta, a vastidão imensa!
Eu queria ser a Pedra que não pensa,
A pedra do caminho, rude e forte!

Eu queria ser o Sol, a luz intensa,
O bem do que é humilde e não tem sorte!
Eu queria ser a árvore tosca e densa
Que ri do mundo vão e até da morte!

Mas o Mar também chora de tristeza...
As árvores também, como quem reza,
Abrem, aos Céus, os braços, como um crente!

E o Sol altivo e forte, ao fim de um dia,
Tem lágrimas de sangue na agonia!
E as pedras...essas...pisa-as toda a gente!...

domingo, 6 de março de 2011

Dáriamente?

A partir de hoje, vou tentar diariamente vir até aqui, com dois dedos de conversa...!

terça-feira, 1 de março de 2011

Divagando


Original Video - More videos at TinyPic

Que espero!
Que a maré encha
O espírito esvazie
Que tu venhas
Mas existes porventura?
És sonho!
És brisa que me beija
Pensamento que atormenta
És ave.És poeta
És vaga que rebenta
És tudo e não és nada
És barco que maufraga
Horizonte perdido
És o amigo desejado
O sonho jamais alcançado
És espera que cansa
És maré que enche e esvazia
És tudo, até poesia!

Bitudes 5-12-74